segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Da páscoa judaica para a páscoa cristã – Parte 1

Introdução. Para se entender a páscoa cristã, é preciso compreender a páscoa judaica. E para isso, é preciso entender o porquê das pragas.

Há 2 lembretes sobre a páscoa. Leia Êxodo 12.25-29: Celebrem e expliquem a seus filhos. Isso evitaria:
1. Comemora-la apenas como um ritual
2. Comemora-la por outros motivos quaisquer.

Desenvolvimento

1.É preciso lembrar sempre que o resgate dos primogênitos será um lembrete infalível do resgate do povo da escravidão do Egito.

2.Deus concede autoridade para Moisés poder enfrentar a faraó que era visto pelos egípcios como um deus. ( Ex 6.14-27 e 7.1).

3.As pragas são sinais de julgamento dos deuses do Egito. O rio Nilo era visto como um divindade ( Transforma-lo em sangue era uma demonstração de sua fraqueza 7.14-24), a visita do faraó poderia ter ocorrido por motivos cerimoniais.
As demais pragas servem também para demonstrar a diferença entre o povo de Israel e do Egito.
Na 7ª praga, o granizo (9.13-35), o Faraó já deveria ter percebido que estava a mercê do Deus dos hebreus. Sem saber o Faraó estava ajudando a aumentar a reputação do nome de Deus.

4. A Páscoa judaica.

Em Ex 10.2, é descrito como Deus será honrado não somente no Egito, mas entre as gerações futuras de israelitas, quando a história do êxodo for contada ou recontada ( 12.26 e Deuteronômio 6.7).

A 10ª praga (11.1-10) que foi avisada desde o início para o Faraó (4.22,23) é agora anunciada e orientado o povo a como se preparar para enfrenta-la, visto que, será a última que fará com que expulsem os israelitas do Egito.

Em 12.1-18,21-27 é explicado como será a páscoa e o que deve ser explicado aos filhos no futuro.

Com essa última praga os egípcios aprenderão uma lição acerca da singularidade do Deus dos hebreus (Ex 8.22) e também descobrirão que os seus ex-escravos são uma nação a parte. Agora com grande pranto, as posições serão invertidas entre Israel e o Egito.

Conclusão
Os termos escravidão, Egito, Faraó, cordeiro pascal em substituição aos primogênitos israelitas servirão de pano de fundo para entendermos a páscoa cristã.

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